sexta-feira, 23 de abril de 2010

De bicicleta pelo universo

Se Deus andasse de bicicleta pelo universo?

Ele andaria empinado, nunca com pneu furado.
Teria uma garupa adaptada para dar carona aos viajantes.
Subiria o Himalaia empinando, e desceria sentindo o vento no rosto.
Zuuumm, de um lado, zuuumm, de outro.
Quem é Aquele numa bicicleta? - perguntariam os curiosos.
É Deus brincando de ser menino - responderiam as crianças.
Deus, não brinca - diria o doutor da sabedoria.
Então, ele não pode ser Deus - concluiria o racional.
E todos os que debatiam essas coisas, ficaram apaixonados pelos debates e suposições sobre Deus, que não aprenderam com Ele a andar de bicicleta.
Todas as crianças, pedalavam com Deus por companhia e diz o ditado que quem aprende a andar de bicicleta, jamais esquece, mesmo que capote.


Gito

Leia mais em: Ya pRiDy skOrO

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Parceria da boa - Nas Entre-Linhas

Criei uma parceria com um amigo.

Ele, ao contrário de mim, sempre descreve os assuntos com mais cuidado, expõe vários pontos a serem considerados, abrindo um léque de considerações, idéias, referências e tudo o que possa permitir uma reflexão mais completa e sem enganos possíveis. Analisando tudo mesmo.

A idéia surgiu após uma discussão promovida num grupo, desses do yahoo, onde participamos junto com outros amigos, sobre o texto do último post; 'Deus não existe'.
Assim, pra que vocês que Lêem e se interessam tenham maior possibilidade de discordarem ou concordarem, esse espaço, que chamarei de 'Entre-linhas', existirá como um 'comentário', um 'extra', sobre o texto publicado aqui no blog.

Aos que não estiverem por dentro dos pensamentos base, poderão se colocar por dentro através dessas sínteses e assim, terem uma reflexão mais completa com referênciais diversos.

Ora, aqui, não existe a intenção de manipular ninguém à nada. E por tal razão é que abro esse espaço. Acredito muito mais que a liberdade, inclusive no pensar, é o que nos conduz à verdade - que eu, pela minha fé declarada aquí, creio ser e estar apenas em Cristo, o Deus encarnado - que nos dá a possibilidade de ampliar a nossa compreensão e entendimento da vida, e alterar nossas percepções de mundo.


O link é este - Deus Existe - Click e você será redirecionado. Ele está disponível também no post abaixo, no final, com o título "Deus existe".

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Deus não existe

Deus não existe! Eu creio nisso!
Ora, Pr'um Deus criador de todas as coisas, até mesmo a existência está debaixo da Sua criação.
Sim. Deus não existe porque a existência é criação dEle, logo, Ele está acima desta, portanto, não existe.
Tal fato existe como uma das maiores provas da limitação da mente humana.
Como compreender a 'existência' de um Deus que está pr'além da própria existência, onde, debaixo dela, todas as coisas existem?
Deus excede todo o entendimento.
D'onde surgiu Deus?
Deus não surgiu, Deus é.
Quem vai explicar tal 'existência'? Nem a própria existência poderia explicar, pois, ela mesma não existe senão como criação daquEle que É, mas que debaixo de existência nenhuma está.
Daí a tal crise da humanidade nas buscas pelas explicações de como surgiu Deus e o universo inteiro.

Ora, o universo surgiu porque Deus criou a existência. O que faz os meios da criação serem pequenos demais para tanto se discutir. O simples fato da existência existir faz com que os elementos necessários para que tudo exista estejam postos, de modo que, onde então, passa-se a existir a possibilidade da vida surgir por sí só, segundo Deus vai soprando e permitindo. Nisso, tanto faz o big bang ou não. Tudo é criação de Deus, uma vez que Ele mesmo criou a existência e todos os modos possíveis pelos quais a vida possa surgir, na liberdade da criação de Deus.

Deus é Verbo que só se conjuga no presente; Ele É. Não há passado, nem futuro, só há eternidade. E essa, não tem começo e nem fim; tudo é um 'Agora pra Sempre'. Ele não está dentro da existência, onde tudo é temporal e se pode medir (apesar de muitas coisas o homem não conseguir nada além de méras especulações).

Pra Deus, a vida é como um gibi de três quadrinhos; em um há o passado, n'outro o presente, e no outro o futuro. Contudo, Deus os enxerga em uma folha só, ao mesmo tempo, de modo em que o tempo pra Ele, não existe. Nada existe pra Deus, porque Ele não está limitado a existência. Porém, tudo existe para Ele, nEle e por Ele, porque são feituras dEle, de modo que, nada pode existir fora dEle e sem Ele.

Esse texto pode parecer um monte de méras repetições ou frases sem nexo.
Mas, o que importa?
Deus é Deus que excede todo o entedimento, porque o entendimento existe, mas Deus, não.
Ele está pr'além da existência.
Ele não surgiu, Ele É.


Isa.


Para uma melhor compreensão dos pontos abordados no texto, de modo subjetivo ou implícito, explore as 'Entre-Linhas': Deus Existe

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Desde o dia em que nascí

Minha mãe casou-se jovem. Aos 17, eu já estava por vir.
Fiquei orfã do ventre dela dois meses antes dela completar os 9 de gestação. E vim. Cheguei com peso leve, tamanho pequeno, uma nariz batata e dois dedos do pé direito grudados pela metade.
Com todos esses atributos, eles resolveram me chamar de Isabela. rs
Na infância, não tive muitos amigos na escola. Uma menina tinha como principal diversão me beliscar o braço enquanto a van nos levava de casa pra escola e da escola pra casa. Isso não me divertia. Mas, fiz algumas amizades na rua de casa.
Na casa da minha avó, gostava de brincar qu'eu tinha um restaurante. Entrava dentro do viveiro dos passarinhos do meu avô. Comia um matinho do jardim porque tinha um gostinho azedinho. Ia pra roça sentada na carroceria da fiorino branca de meu avô, sentindo o vento nos cabelos e comendo pó da terra que voava pelo ar.
Tive um cachorro chamado pitoco, que fugiu. Uma bola daquelas grandes que vendem em parques de diversão, que estourou. Pensava que meu avô era Van Gogh.
Tive uma gata chamada Miney e gostava de moedas de 25 centavos. Tive dois bichos da seda que ganhei de um fazendeiro, amigo de meu pai. Eu os criava em uma caixa de fósforo, mas eles morreram. Enterrei-os no jardim, dentro da caixinha mesmo, e fiz uma despedida.

Assim como a vida surge por um sopro, n'um expirar, ela se esvai. Quando eu tinha os meus 4 anos, meus pais sofreram um acidente de carro. Era noite e, na estrada, havia uma árvore caída; eles não viram e não deu tempo de brecar. Minha mãe quebrou o nariz. Meu pai, igual aos pássarinhos que migram para o verão, ele vôou. Abriu suas asas e migrou pr'além daqui, nas moradas dos céus.
Fiquei órfã mais cedo outra vez, antes de me formar na pré-escola.
Na despedida, me lembro de não conseguir enxerga-lo. Minha altura ainda era pouca e não adiantava erguer os pésinhos. Sei que não chorei ao vê-lo caído em sono profundo. E meu adeus foi-lhe um beijo na testa. Deixei de gostar de fazer despedidas.

Eu, que já não era muito escancarada, me tornei ainda mais 'intro'. Fiz do silêncio minha companhia e da solitude, uma amiga.

Minha mãe, aos 21, era mãe de duas meninas e esposa viúva de seu marido.
Mudamos de volta para a cidade da minha mãe, Cosmópolis. Ela casou-se outra vez alguns anos depois. Ganhei outro pai e mais um irmão.
Como família, tivemos um fusca vermelho, um poodle deformado que morreu, uma lebre preta, uma pit bul engraçada, duas tartarugas, um aquário, ramsters chinêses, um carro furtado da nossa garagem e um outro que deveria ser econômico, mas não é.

Por causa do trauma da perda, frequentei psicólogos, cresci insegura, me fechei em um mundo só meu.
Mas, desfrutei de uma boa infância. Brincava nas ruas, na terra, na lama, na praça. Sempre tive mais amigos meninos. Eles me defendiam de estranhos, evitavam palavrões e piadas sujas perdo de mim. Jogávamos futebol, video game, bolinha de gude, subíamos em árvores, contávamos histórias, nos reuníamos na calçada pra tomar refrigeréco de bar. rs... Ah, eu odiava a xuxa. rs

Eu também sempre fui um desastre. Um vez, tomei remédio sem precisar e ganhei uma lavagem estomacal, daquelas que eles enfiam um tubo em nossas narinas e sugam o nosso estômago quase que tirando as tripas também. Escorreguei n'uma cásca de banana, caí e desmaiei. Cortei meu pulso no vidro da porta apostando corrida. O vidro rasgou minha pele, transpassou minha carne e rompeu meu tendão. Eu quase perdí os movimentos.
Também já quebrei o outro braço numa festa de casamento. Caí no banheiro e quebrei os meus dentes da frente. Queimei o meu punho, caí de moto...
Tenho uma das pernas que, às vezes, amolece de repente, e eu quase caio. Sou míope, idealista, melancólica, chorona e distraída.

Nunca quis debutar. Aos 15, preferi aprender violão. Gostava de música, de poder faze-la. Mas, eu nunca soube teoria. E nem sei setoco muito bem. Mas, me entendo com meu violão.
Na adolescência, descobrí Los Hermanos além de Ana Júlia. Bastou pra qu'eu soubesse que gostaría daquilo pela minha vida inteira. Gosto do som abrasileirado das músicas do Jorge Camargo, das composições tupiniquins do João alexandre. Do rock dos Strokes, dos Beatles, do Elvis. Da MPB do Chico, Elis, Jorge Ben, das múscas da Tiê, de Bach, Bill Callahan, do som sussurrado do Kings Of Convenience, das músicas cheias de alegria do Belle And Sebastian, do som bem tocado do incubus, John Foreman, Switchfoot, da banda do Bruninho, das composições de uns amigos, dos assovios do meu avô.
A vida toda é uma orquestra.

Tenho 20 anos, 1,75m de altura, 56kg, dois olhos míopes, 6 avós, amigos eternos espalhados por aí de quem sinto muitas saudades, unhas sem fazer e uma cicatriz na boca. Um dia eu vou adotar uma criança, faze-la sangue dos meus carinhos, amor do meu amor. De todas as vezes e de todas as coisas de que fiquei órfã, a adoção pelo amor foi que mudou minha história, quando tudo conspirava para outros rumos. Deus veio, chegou e me disse; eu sou o seu Pai. Mesmo que na terra lhe falte um de carne e osso, você não estará só.

Isa.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sem medo de ser.

Eu confesso. Queria escrever um texto que pudesse servir de pauta pr'alguma discussão, reflexão sobre algum tema, ou uma crítica sobre qualquer outra dessas coisas que é sempre bom que a gente pense, pese, reflita e, na grande maioria das vezes, fuja, corra pra bem longe e não tenha parte com elas.


Mas, não. Preferi não dizer nada sobre coisa alguma agora. Tudo qu'eu escrevo, eu leio e até releio. Os textos sempre precisam fazer mais sentido pra mim primeiro, se não, melhor que eu apague esse blog. Eu não sei porque eu escrevo aqui. Eu não sei porque faço muitas coisas. Apenas faço, e quando vejo, aquilo faz todo sentido do mundo pra mim. De repente, eu escrevo pra você, que também não sabe porque lê aquí, igual a mim, e vai fazendo, vivendo, pra descobrir onde é que você se acha.
Quanto ao me achar, isso eu já sei. Me acho em Deus e essa é uma verdade imutável, mesmo que essa expressão já tenha se tornado tão clichê entre os crentes. É como diz a música "Não há nada novo, frases repetidas, velhas fórmulas reutilizadas. Mas eu não vou me importar em me tornar repetitivo...". Eu não tenho medo de repetir o que já foi dito se isso for sincero e verdadeiro em mim. Mas, não me conformo com as vãs repetições eclesiásticas. Ora, o evangelho é vivo, é novo todos os dias, como é possível que o que se pode tirar dele é sempre a mesma coisa do mesmo jeito?
Mas, eu não vou me prolongar nessa questão. E nem em questão nenhuma aqui. Tampouco vou discutir sobre alguma coisa. Hoje eu deixo as discussões pros intelectuais, pros senhores supremos das teologias, das filosofias, doutores em conhecimento.
Eu? Eu não tenho teologia, mesmo que às vezes as minhas crenças possam se encaixar em algumas delas, mesmo assim, eu não tenho. Não sou ortodoxa, nem da teologia da libertação, nem Neo coisa nenhuma. Eu apenas sou o que sou, e vou sendo. Posso entender todos esses pontos da teologia e suas 'ramificações', mas, não pertenço a elas. E nem preciso. Só quero o evangelho. Até hoje, apenas ele produziu em mim o que é bom. No mais, eu sigo com a paz de Jesus sendo o árbitro no meu coração e vou me guiando segundo a conciência que o espírito me trás.
Eu não sei tudo sobre todas as coisas. Na verdade, o que sei, quase sempre, é sempre nada perto de tudo o que há a respeito. Prova disso é esse blog. Mas, eu não tenho medo de errar, ou de me precipitar. Geralmente, eu sou impulsiva, o que me faz correr um sério risco de frustração. E, talvez, por causa da melancolia, eu sinto as coisas com muita intensidade. O que pode ser bom e ruim, como tudo nessa vida é se vivido sem sabedoria. Porque tudo o que não edifica, faz mal.
O fato é qu'eu não me envergonho de não saber. Tem um monte de gente aí pra quem eu posso perguntar, com quem posso aprender e tudo mais. Esses dias, eu pensei: E se o contrário de certo for só a incerteza? Ou seja, talvez não seja o erro. Talvez, eu só não saiba e ponto. Isso implica em arriscar. E é bem melhor errar do que perder de viver. Ah, a vida é um mistério. Nem mesmo os que se planejam conseguem garantir os resultados. Mesmo que insegura, eu prefiro arriscar um vôo do que temer viver, e morrer no ninho. Nenhum pássaro voa sem bater suas próprias asas.
E qual é o problema em se contradizer? Talvez, eu tenha dito muita coisa que hoje eu não diria. Ou feito muitas delas que hoje eu não faria. A gente muda o tempo todo e algumas coisas vão tomando outro significado, tendo outro sentido. Isso é condenável?
O que a gente precisa saber é que mudar não nos torna mais ou menos de nós mesmos. A gente muda à medida em que vai se encontrando, ou se perdendo. Às vezes, tem gente que vaga perdido a vida inteira, e só no final sofre a mudança que só a verdade é capaz de proporcionar. Mas, no geral, todo mundo muda o tempo todo. Bom mesmo seria que a gente mudasse sempre que descobrisse o mal do estado presente. Mas, sem esquecer que pra acertar, às vezes, o erro vem primeiro e vem mais de uma vez.

É por isso que eu escrevo esse texto, com coragem. Não temo que, com o passar do tempo, eu tenha mudado sobre tudo o qu'eu disse aquí. Hoje, pode ser que você concorde, ou pode ser que não. Daqui um tempo, talvez você tenha mudado de opinião...


Isa.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Fé navegante

Ai, quem sabe, vai, me diz; com'é que faz viver sem fé?
Se o amor é paz que vem do céu, não crêr, quem vai querer?
É, avisa lá que acreditar não é se acorrentar.
Eu posso ir navegar no mar ou voar num arranha céu.

Mas, se ficar aqui couber no meu sentir
Ah, tão bom seria ver o amanhecer em euforia
E o amor raiar em luz de paz, como sossego vem.
Ver na vida em fé brotar um mar de alegria.

[Isabela Pizani - 26/03/2010]

terça-feira, 6 de abril de 2010

A justiça à partir de um copo d'água e menos BBB

Gente, eu sou idealista. Tenho utopias. Imagino revoluções. Sonnho com a transformação do mundo, começando com o mundo da gente e de quem está ao nosso redor. E, quando a posibilidade de realização é ainda mais real, fico ainda mais cheia de esperanças.
Por isso, escrevo pra vocês porque acredito com todas as forças que a gente pode começar um tsunami de justiça à partir de um copo d'água de inconformismo.
A gente começa aqui, entre nós, fazendo uma tempestade nesse copo, espalha pra mais gente, a coisa vira uma onda, vai se espalhando pelo oceano de gente cançada de injustiça e ganhando volume e força, até virar um grande tsunami, poderoso, pra invadir as areias das praias da corrupção e devastar os esquemas de imundice política.
A analogia é trágica, mas os efeitos podem ser de reconstrução da dignidade e da esperança de uma nação inteira, de que dá pra ser melhor.
Não tem nem título o texto. Ele terá o nome conforme a conciência e desejo de justiça de cada um de vocês.
Espalhem, gente.


- Título -

No Big Brother Brasil, durante os paredões convencionais, o empenho é sempre em votar no participante menos querido, menos honesto, mais encrenqueiro, afim de eliminá-lo da competição por julgar-se não ser este digno de concorrer ao prêmio final.Nas eleições presidenciais, os votos são sempre para colocar os candidatos dentro da 'casa' da política democrática.
O Big Brother Brasil recebe, por paredão, mais votos do que as eleições presidenciais jamais obtiveram. Ao que me parece, o Brasil está mais interessado em participar da votação da casa errada.
A conseqüência disso é que quem tá de fora é que acaba emparedado. Sim, emparedado nas filas dos hospitais públicos, nas aprovações forjadas nas séries do ensino fundamental, na fila do INSS e da espera pela oportunidade de se viver com mais dignidade, colhendo o fruto justo do seu devido trabalho. Tudo isso enquanto os maiorais da arte de corromper ficam assentados em suas confortáveis e supremas poltronas da injustiça, reunindo para si mesmos novas semanas na casa, através da imunidade da liderança conseguida pela impunidade da justiça que não é justa.
Existe gente honesta? Sim. Mas suas vozes estão suprimidas pelo Big Boss da semana, onde a prova para a sobrevivência lhes rendeu uma mordaça na garganta que impede que seus gritos saiam com força. Os outros, que não foram pegos e coagidos pelo Big Boss, foram aprisionados no quarto branco, isolados do resto da casa, afim de amoitar os acontecimentos externos ocorridos nas grandes festas de estupros à verdade, para que estes não denunciem toda a podridão.
Nessa história toda, não há anjos. A imunidade se chama impunidade, e chega pelos demônios.
Mas, você terá a chance de inter-agir com o reality-fail. Sim, no Big Phone de hoje você terá o poder de interferir no paredão final, reivindicando seus direitos como eleitor e exigindo que seja posta uma importante condição para a candidatura dos ‘participantes’ aos cargos públicos políticos; Ficha Limpa.
De modo que, os participantes deverão estar livres de qualquer processo relacionado à desvio de verbas públicas, tráfico de drogas, assassinato e corrupção. Quem não estiver adequado a estas condições terá sua candidatura vetada e será eliminado da casa, tornando-se inelegível.
O Big Phone de hoje encerra-se em dois dias e tem como objetivo reivindicar a aprovação do projeto de lei ‘Ficha Limpa’ que proibira candidatos que estejam ‘sujos’ de se candidatarem para qualquer cargo político nas eleições.
Participe e exerça a sua cidadania votando no que de fato interessa. E lá na frente, em outubro, quando você for na urna, poderá sentir o cheiro da justiça começando a se espalhar pelo ar.
Quem sabe assim, as eleições tenham mais votos que o BBB, e os corações possam dormir mais tranqüilos, com uma renascente esperança de um Brasil melhor e com menos injustiças.

Participe, espalhe e faça diferença...

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